poesia
suor
não me importa de que maneiratuas frívolas concepçõessão avultadas em mimna minha aparênciano meu ascendenteno meu ser falhoque nas folhas vagas do inverno,murchammostrando-se visívelem cada galho efêmeroestigmado em mim
pois minha alma simpleszarpa constantementedestes subterfúgiosidealizados e praticadospor você em público.
eu sou quem sou no recinto,a cada janela abertaque jaz por aíem meus corpos subterradosde poroem poro.
me deixe transpirar em pazsó não me obrigue a enxugar o teu.