poesia
raios castanhos
numa constelação de gotas d’águaque se estabelecem em minha pele,há o mais asseado reflexo do céu.sinto a calmae é na ira do caosonde meu corpopermanece imóvel e frio;minha mente queima.meus pelos se arrepiam e dançam debaixo d’águacomo na serenidade eternado teu toque nos meus…raios solaresencontram os meus olhoso sol não brilha sozinhoele se mantém e se completa,fazendo com que tudo brilhe.esse tudo,não tão especialquanto nósnos brilha em excesso.você, raio eu soleu suo e soupela intensidadede ter um poucode você.teus dedos que registram meus versos, meus dedos que juntam os teus restos.